"Eles chegaram em uma carruagem com uma garrafa de champagne e em seguida foi servido o jantar. A meia-noite, a pedido dele, assistiram a um show de fogos de artíficios, sentados em um elefante. Logo depois foram ao Jardim Mughal, que estava todo decorado com flores e velas. Ele já havia pedido ao seu mordomo que escondesse o anel de diamante no meio de um buquê de flores. E assim que ela encontrou o anel, ele fez o pedido e ela imediatamente disse ’sim’! Eles então pediram 45 minutos de privacidade”. Foi romanticamente e exatamente assim que o pedido de casamentofoi feito... por Russel Brand para a cantora Katy Perry.
UP 1: olhem esse outro pedido de casamento: http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2010/02/09/namorado-inova-ao-pedir-garota-em-casamento/
UP 2: E vocês sabem como o Seal pediu a Heidi Klum em casamento? Segue o relato dela à revista Marie Claire:
“Seal me levou com um helicóptero para seu iglu em Canadian Rockies. Lá dentro tinha tudo: uma cama com lindos lençóis, pétalas de rosa e velas por toda parte. Muito, muito romântico! Tinha até champanhe. Era meio estranho estar ali dentro, totalmente longe do mundo. Sem nenhuma árvore, nada. Mas eu me sentia extasiada”.
UP 3 - Mais um pedido de casamento surpreendente. Ele construiu um castelo de gelo para pedí-la em casamento. O garoto disse que queria que ela tivesse uma história que nenhuma outra tivesse. Fofo né? Leia a matéria: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1505647-6091,00-AMERICANO+CONSTROI+CASTELO+DE+GELO+PARA+PEDIR+NAMORADA+EM+CASAMENTO.html
Já o meu pedido de casamento foi beeeeeeeeeeeeemmmm diferente. Mas extremamente fofo e muito mais a minha cara, afinal, fala sério? Sentar em um elefante? Eles não são fedidos??? E o melhor é que teve um pedido. Não daqueles formais em que ele se ajoelha, traz uma caixinha azul de laço branco, com um lindo anel dentro, fala que não sabe mais viver sem ela e que se ela deixar, ele promete que a fará feliz por toda a vida...(aliás isso me lembra um texto que minha amiga Rita uma vez escreveu em um blog que infelizmente não existe mais sobre o noivado dela: envolvia lareira, uma cabana na montanha e um diamante carissímo....e eu achando que era tudo verdade, até descobrir que era tudo invenção dela, hehehehe Mas também, o que esperar de alguém que quando a mãe leu no diário que ela tinha perdido a virgindade falou para a mãe que aquilo era apenas um texto ficcional, hã??), mas um pedido.
Acho bem legal quando, ao invés de apenar deixar acontecer, o cara toma a iniciativa e diz para a pessoa que sim, ele quer ficar com ela para sempre. Não há quem resista a essa declaração de amor (se você amar o cara, né?). O pedido aconteceu no dia 04 de setembro de 2007. Casamos no dia 17 de novembro do mesmo ano. Ou seja, foi rapidinho. Namorávamos há 1 ano e 8 meses e foi bastante espontâneo, impulsionado por um ap vazio, um emprego novo e uma saudades imensa.
Vamos a história: "Era uma vez um casal que não se desgrudava. Não daqueles tão grudentos que quando vão ao cinema sentam na mesma cadeira e que acabam recebendo dos amigos o apelido de pirulito de caramelo. Mas daqueles melhores amigos sabe? Que curtem a companhia um do outro? Seja para um filme, uma peça infantil sem sentido, uma volta na Paulista, uma boa conversa, ou para não fazer absolutamente nada? Pois é, eles (nós) eram assim. Trabalhavam perto (durante muito tempo trabalharam juntos), e moravam muito perto. Para ela ir a casa dele, se ligava o rádio do carro, não dava tempo da música acabar, já tinha chegado lá. Com tudo isso se acostumaram a presença um do outro, obviamente. Porém, um emprego novo - dela - mudou toda a rotina. Agora ela trabalhava a 40km de distância. Entrava às 8h e saía às 17h, ou seja, saía de casa 6h30 da manhã e só chevava 19h. Ele, porém, continuava no mesmo emprego, entrando às 16h e saindo meia-noite. Ou seja, não conseguiam mais se ver. Eles até faziam umas loucuras tipo, se encontrar 6h da manhã, mas nem sempre isso rolava. No mais, os finais de semana começaram a ficar tristes, ela só chorava lembrando que a partir de segunda não poderia mais vê-lo. E ele até se pegou chorando um dia no carro de saudades dela, ao ouvir uma música do Nando Reis. A situação não poderia continuar assim. Contabilizando, se passaram menos de 4 meses desde o dia em que ela começou a trabalhar lá (11 de junho) até o dia em que recebeu o fatídico telefonema. Sim caros, o pedido do casamento foi feito por telefone. Ela achou que era uma conversa corriqueira, até que ouviu dele: 'minha tia disse que vai alugar o apartamento do 8o andar, afina,l ele está vazio há quase um ano. Só não fará isso se quisermos ficar ele. O que me diz?' Ela ficou chocada. Seria aquele um pedido de casamento? Já tinham conversado várias vezes sobre a vontade de juntarem os trapinhos, mas daí a se tornar real, assim, em uma terça-feira de sol? Seu coraçãozinho disparou. Ouvir aquilo era tudo que ela mais queria. Ligou imediantamente para a mãe que lhe disse: se vocês fizeram as contas e vocês tem certeza de que é isso que querem, vão em frente. Em seguida falou com a chefe (tinha medo de ficar desempregada) e ouviu: nós queremos você na empresa. Então, se é o que você quer, vá em frente. Dito e feito. No mesmo dia comunicaram a família dele e já saíram de lá com um jogo de pratos, um microondas e uma lavadora de roupas. O resto da história tem sido: viveram felizes para sempre. Graças a Deus!".
Abaixo o meu anel de noivado sonho de consumo (não faz mal que já esteja casada, aceito mesmo assim) e um vídeo da Tiffanys que acho muito fofo. Ah tem também uma foto do quarto, no hotel Taj Rambagh Palace, onde Russel Brand e Katy Perry passaram os 45 minutos que pediram de privacidade...
UP 1: olhem esse outro pedido de casamento: http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/2010/02/09/namorado-inova-ao-pedir-garota-em-casamento/
UP 2: E vocês sabem como o Seal pediu a Heidi Klum em casamento? Segue o relato dela à revista Marie Claire:
“Seal me levou com um helicóptero para seu iglu em Canadian Rockies. Lá dentro tinha tudo: uma cama com lindos lençóis, pétalas de rosa e velas por toda parte. Muito, muito romântico! Tinha até champanhe. Era meio estranho estar ali dentro, totalmente longe do mundo. Sem nenhuma árvore, nada. Mas eu me sentia extasiada”.
UP 3 - Mais um pedido de casamento surpreendente. Ele construiu um castelo de gelo para pedí-la em casamento. O garoto disse que queria que ela tivesse uma história que nenhuma outra tivesse. Fofo né? Leia a matéria: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1505647-6091,00-AMERICANO+CONSTROI+CASTELO+DE+GELO+PARA+PEDIR+NAMORADA+EM+CASAMENTO.html
Decoração é um assunto muito presente na minha vida e, obviamente, na vida do maridão. Quando nos casamos, mudamos para o ap onde ele morava com os pais (eles foram para o 8o andar do mesmo prédio e qualquer dia faço um post de como é morar perto dos sogros). A mãe dele tem um gosto para decoração TOTALMENTE diferente do meu. Enquanto para mim, menos é mais, para ela, mais é mais. Quem frenquentava o ap antes e frequenta ele agora comenta constantemente sobre as mudanças. Questão de estilo: ela gosta de cortina rosa de renda e eu de cortina branca de algodão. Simples assim. Então, obviamente, nada do que era dela ficou lá em casa.
Ou seja, tínhamos em mãos um apartamento inteiro vazio, pronto para ser decorado por nós. Porém, quando se casa, o dinheiro é curto, certo? E nós, que optamos por não casar de papel passado, obviamente não tivemos gastos com festa e cerimônia, mas também não tivemos aquelas listas onde se pode pedir tv, geladeira, fogão. Então, tudo saiu do nosso bolso, nada mais justo (jamais teria coragem de pedir esses presentes). Sendo assim, a verba de decoração era pouca. Pintamos o ap, cada comodo de uma cor, compramos os móveis básicos e só. E confesso que, hoje eu sei, apenas depois que você mora na casa é que você entende como deve decorá-la. Só vivendo lá é que você olha para um canto e diz: aqui ficaria bom uma planta. Ali uma luminária. Huuummmm tá faltando um toque de vermelho nesse rack.
Sinceramente, acho lindo um apartamento decorado por um arquiteto. Vejo os decorados nos prédios que estão à venda e são incríveis. Mas são um pouco impessoais não? Não tem aquelas bonequinhas que trouxemos de Maragogi (e nem espaço para elas). Ou aquele vaso de 20 kg que carregamos no ombro da 25 de março até São Caetano. É tão legal montar aos poucos e deixando tudo com nossa cara. Com nossa história.
E assim fomos decorando tudo. Sala, quarto e escritório foram redecorados totalmente. O sofá foi trocado, a cor do quarto e a cômoda também, e no escritório todos os móveis que estavam lá no começo do casamento saíram e deram espaço a um kit home office, mil vezes melhor.
Agora mesmo vivemos um dilema: quero trocar o gabinete da pia da cozinha e do banheiro. Dois ambientes onde mexemos muito pouco. E aí bate uma coceirinha do tipo: vamos mudar tudo? trocar pisos e azulejos (nesse ambiente os azulejos são velhos e estampados)? Fazer tudo lindo e moderno?
Ou seja, tínhamos em mãos um apartamento inteiro vazio, pronto para ser decorado por nós. Porém, quando se casa, o dinheiro é curto, certo? E nós, que optamos por não casar de papel passado, obviamente não tivemos gastos com festa e cerimônia, mas também não tivemos aquelas listas onde se pode pedir tv, geladeira, fogão. Então, tudo saiu do nosso bolso, nada mais justo (jamais teria coragem de pedir esses presentes). Sendo assim, a verba de decoração era pouca. Pintamos o ap, cada comodo de uma cor, compramos os móveis básicos e só. E confesso que, hoje eu sei, apenas depois que você mora na casa é que você entende como deve decorá-la. Só vivendo lá é que você olha para um canto e diz: aqui ficaria bom uma planta. Ali uma luminária. Huuummmm tá faltando um toque de vermelho nesse rack.
Sinceramente, acho lindo um apartamento decorado por um arquiteto. Vejo os decorados nos prédios que estão à venda e são incríveis. Mas são um pouco impessoais não? Não tem aquelas bonequinhas que trouxemos de Maragogi (e nem espaço para elas). Ou aquele vaso de 20 kg que carregamos no ombro da 25 de março até São Caetano. É tão legal montar aos poucos e deixando tudo com nossa cara. Com nossa história.
E assim fomos decorando tudo. Sala, quarto e escritório foram redecorados totalmente. O sofá foi trocado, a cor do quarto e a cômoda também, e no escritório todos os móveis que estavam lá no começo do casamento saíram e deram espaço a um kit home office, mil vezes melhor.
Agora mesmo vivemos um dilema: quero trocar o gabinete da pia da cozinha e do banheiro. Dois ambientes onde mexemos muito pouco. E aí bate uma coceirinha do tipo: vamos mudar tudo? trocar pisos e azulejos (nesse ambiente os azulejos são velhos e estampados)? Fazer tudo lindo e moderno?
Fomos no Leroy Merlin domingo e sai deprimida. Tanta coisa linda. Mas temos alguns outros objetivos nesse momento, que são financeiramente audaciosos. E por isso, pelo menos por enquanto, as reformas vão esperar.
Enfim, tudo isso para dizer que li um texto bem legal que diz que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: 'para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz'. E eu concordo 100% com isso. Então segue o texto e, pelo menos por este ano, minhas coceirinhas decorativas continuarão frequentando apenas a 25 de março !
"Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas podem viver em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que os ex-moradores não souberam explorar." Texto retirado na íntegra da coluna da Martha Medeiros do jornal Zero Hora de domingo 24/01/2010.


Enfim, tudo isso para dizer que li um texto bem legal que diz que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: 'para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz'. E eu concordo 100% com isso. Então segue o texto e, pelo menos por este ano, minhas coceirinhas decorativas continuarão frequentando apenas a 25 de março !
"Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para onde quer que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto na minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar aos olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas podem viver em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos que valem fortunas e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. Gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas pra que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que muito apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroom de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente, onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com o conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado geral de conservação, mas também o potencial de alegria que os ex-moradores não souberam explorar." Texto retirado na íntegra da coluna da Martha Medeiros do jornal Zero Hora de domingo 24/01/2010.
Toque vermelho que faltava no rack

+ Toque vermelho que faltava no rack
O vaso de 20 kg que veio - no ombro - da 25 de março

As bonequinhas de Maragogi - AL





